Regresso

Sagres! Sagres! Sagres!

Sagres! Sagres! Sagres!

The men!

The men!

Amesterdão

Alguém se lembra deste jogo?

Alguém se lembra deste jogo?

Munique

A Cecília estava lançada...

A Cecília estava lançada...

A famosa praça e o famoso relógio.

A famosa praça e o famoso relógio.

Praga

Um famoso relógio e calendário.

Um famoso relógio e calendário.

Budapeste

Morte ao Dragão!

Morte ao Dragão!

Eslovénia

Este pais veio revelar-se uma bela surpresa pois tem muitos tesouros desconhecidos. A ajudar a boa impressão foi o encontro com uns Portugueses que nos recomendaram três locais:

  • A pousada: preço razoavel, quartos excelentes e pequenos almoços a descrição.
  • O restaurante: uma pizzaria no centro da cidade que serve pizzas enormes a preços bons.
  • O Lago Bled: um lago espectacular com uma ilha no centro e com água super limpa.

Seguindo o 1º concelho lá fomos andando até a pousada, que até era perto da estação. Chegando lá fizemos o check-in, o pessoal da recepção era impecável, e fomos a procurar da comida. O problema é que nos despachamos tarde e os restaurantes já estavam todos fechados, tentamos ir a um restaurante aberto depois da 00:00h recomendado pelo Let’s Go mas que ficava do outro lado da cidade, o que nos levou a mais uma caminhada para abrir o apetite.

Esta caminhada foi algo frustante pois o restaurante era caro, mas em compensação recebemos uma dica do local para irmos a uma barraca local que vendia Horseburguers?? Nem queriam saber, consistiam num pão com um bocado de carne desconhecida e uma mistura de molhos bombásticas, mas como a fome era negra teve que ser.

No dia seguinte de manhã resolvemos então começar a explorar o pais. O primeiro destino foi Lec Bled, pois queriamos todos descansar um pouco e dar uns mergulhos, e o lago parecia o sitio ideal.

Depois de um comboio e um autocarro lá chegamos então ao lago e começamos a procura de um sitio para o pic-nic. Depois de andarmos uns minutos descobrimos uma zona com bom aspecto, semi-vedada mas dava para entrar. Até tinha umas tabuletas a entrada a dizer qualquer coisa, mas como se diz aqui na terra “ná pro mosh”.

Era um sitio excelente: pranchinhas para saltar , plataformas para fazer habilidades dentro de água, relvinha para a sesta.

Depois de uns mergulhos e de um almoço razoável, apesar de ser sandes, fomo então dar uma volta ao lago.

Entretanto, á saida, o André ou o Sérgio no seu bom esloveno, conseguiu decifrar que tinhamos estado numa zona que suposto pagar 1000 paus!! Paciência!!

Continuando, á medida que iamos dando a volta ao lago, a ideia de nadar a té a ilha começo a ganhar forma e passando um pouco, já estavamos á procura do melhor sitio para começar a travessia.

Encontrando então o local de partida o Sérgio, o João, o Nabais e eu, pusémo-nos a caminho e lá fomos até a ilha.

O lago Bled.

O lago Bled.

Uma vez chegados a ilha, queriamos então ir espreitar a capela mas para grande desilusão nossa havia uma tabuleta a indicar que não se podia entrar a comer gelados…

Depois de um pausa, partimos de volta ás margens do lago. Ao chegar, verificamos que comboio que era supostamente apanharmos estava cada vez mais longe, mas mesmo assim ainda tentamos lá chegar. Acabámos por esperar na estação mais ou menos três horas o que deu para beber umas birras e para o Lima “adquirir” a sua primeira caneca da viagem.

Depois de termos chegado, fomo então á procura da pizzaria. Pode-se dizer que foi um bom jantar apesar de quase toda a gente ter ficado cheia e um bocado a arrotar. A seguir quisemos experimentar um pouco da vida noturna de Lejubljana, sem grande resultados.

Era mais ou menos meia noite e no bar que nos pareceu interressante, ao entramos, disseram-nos logo que tinham acabado de servir á meia noite! Escandaloso!

Fomo então tentar o seguinte: abancámo-nos na esplanada e ao mesmo tempo começaram a caiar umas gotinhas de chuva, nada de grave. Encomendamos as bebidas e a chuva começou a aumentar mas dava para aguentar.

Ao chegarem as bebidas, que diga-se desde já estavam bastante mal servidas, a chuva atingiu o seu auge a até apareceram uns relâmpagos aqui e ali.

Acabamos as bebidas  e dada a fabulosa condição metereológica demos meia volta e voltámos para casa, sempre com alguma chuva, que deu para chegarmos molhadinhos a casa.

Veneza

A primeira impressão de Veneza foi boa, uma ilha no meio de um lago mas mal chegamos a estação foi logo a desilusão, casas de banho a pagar e comida a preços exorbitantes. Recuperados do choque inicial e vencendo o sono lá fomos Veneza a dentro. A cidade em si é muito bonito mas é estilo labirito e as placas de indicações não servem para nada. Depois de umas voltinhas lá conseguimos chegar a praça principal, a qual é espectacular, é pena é os andaimes do costume e o calor de arrasar, acabados de ver os monumento principais e depois de um descanso lá voltamos a estação c om destino a Eslovénia. Finalmente saimos da cidade “vietato atravessari o binari :) .

Dia 8, 9 – Roma

Depois muito falarmos lá chegamos, já dizia o ditado “quem tem boca vai a Roma”, o primeiro objectivo era encontrar o Paulo, foi comprido facilmente. O Paulo foi incorporado rapidamente no nosso grupo mal cheiroso através de um abraço amigável e muito cheiroso.

Depois de rendez vous, o Paulo indicou-nos a nossa pousada maravilha onde fomos colocados num quarto de 9 pessoas ( mesmo a conta) onde instalamos o nosso acampamento. Enquanto uns ficaram a proteger este (ZZZZZZZZZ….) outros foram dara uma volta para aquecer (escaldar), a sorte é que há fontes por todo o lado com agua super fresca, Depois de uma primeira impressão, Coliseu e ruínas do Forum voltamos para a “pousada” para prepararmos  para o jantar de aniversário do Nabais. O jantar foi num restaurante recomendado pelos donos da pousada “Lauros Bar” que a´te não era mau  e tinha uns preços decentes ( O capuccino em Itália recomenda-se). Depois disso fomos para um bar que supostamente tinha bar aberto das 32h00 as 23h30, imaginem a nossa surpresa quando descobrimos que só tinhamos direito a uma bebida, ai as saudades de Portugal. Depois disso la andamos a varrer a procura da noite de Roma, qual noite?? Esta merda fecha toda as 24h!!!!, a unica coisa que encontgramos foi um italianos que supostamente  conhecia o Benfica.

Depois desta desilusão lá nos retiramos para os nossos aposentos para uma tentativa de noite de descanso, digo tentativa porque descobrimos que o nosso quarto serve de armazenamento para as mochilas do pessoal de passagem e que os italianos a fechar portas são uns animais tal como são a conduzir.

No 2º dia demos uma volta pela cidade e conseguimos ver vários monumentos: Basilica de S.Pedro, Capela Cistina, etc… A noite vimos a fonte de Trevi que é espectacular, pena estar um bocado sobrelotada de pessoas.

No 3º dia fomos ver a Praça de Espanha e os jardins, onde acabou tudo a predrada.

No quarto e ultimo dia andamos a ver os “restos” dos monumentos e foi nessa altura que aconteceu o mais vil acto criminoso: Em frente ao Maousoleu de Agustus o Mike resolveu sentar-se em cima de uma coluna que estava solta em cima, quando se inclinou um bocado a pedra “baldou” e foi ver o Mike pela ladeira abaixo, a sorte do animal foi uma arvore logo atrás dele que o fez parar e que evitou lesões graves.

A prova do crime.

A prova do crime.

Depois deste acto demos de fuga rapidamente e fomos ver o Panteão que se revelou uma boa surpresa pois é um edificio muito imponente.

Terminando o nosso tempo em Roma dirigimos a estação com destino a Veneza. A viagem foi algo atribulada pois envolveu uma troca de rota a meio da viagem para um comboio muito ocupado.

Dia 7 – Sienna

Por volta das 16h00 lá chegamos a Sienna, depois de empacotar os malões, lá fomosa caminho serra acima. Depois de passarmos a muralha constatammos que a cidade ou vila é das mais bonitas que já passamos. Depois de um passeio completo e quando chegamos a uns dos pontos mais altos da vila aconteceu um acidente, deixei cair  a máquina do Miguel de uma altura de três andares. O milagre é que a máquina caiu “bem” e pelo menos até agora parece que funciona tudo bem. Depois lá fomo jantar para a Plaze de Campo, que é um verdadeiro espectáculo.

Durante o jantar houve algumas ameaças de chuva que felizmente não se chegaram a concretizar. Depois de encher a barriga , fomos encher a mente com um concerto de Jazz, feito pelos alunos finalistas da escola de musica de Sienna. Embora o sitio fosse lindo, no alto da serra com um bar esplanada ao lado, a musica inicialmente  não foi muito famosa e quando começou  a melhorar já tinhamos que ir embora pois o tempo dos cacifos estava a esgotar.

Quando chegamos a estação já tinhamos concluido que ela ia ser o nosso tecto para esta noite. A nossa sorte é que existia um barzinho ao lado em que o dono era muita fixe. Arranjou-nos gelo e umas Heineken o que em conjunto com umas cartas, uns mosquitos amigáveis e a passagem do Pantani ajudaram a  passar mais uma noite em familia.

Aniversário do Nabais

Aniversário do Nabais

Dia 5 e 6 – Florença

Passamos então a descrever a nossa fantástica estadia no convento Villa Camerata, recomendado pelo Don’t Go Europe. Começando pelos fantásticos horários , que foram rigorasamente compridos, com alguma folga mas foram cumpridos, que aconselhavam vivamente a um recolher obrigratório as 24h; ou por exemplo o fantástico pequeno almoço que consistia numa fantástica carcaça, tipica da região, com apenas duas semanas, manteiga e doce de cereja a condizer e uma fantástica  caneca inteira de leite; servido na boa hora de 8 e meia até as nove horas. Outro ponto negativo foi não poder cozinhar em nenhum sitio do convento,  o que dificultou um pouco a nossa tarefa, tendo nós que cozinhar no quarto com tudo fechado e com o cheiro a refogado a sair já para lá de metade do corredor e e ainda com as janelas fechadas o que criava um cheiro interessante que se baseava numa pitadazinha de atum com um pouco de cebola.

Florença cidade durante o dia: pequeno-almoço bem composto, andar até morrer, monumentos bastantes, encontro maravilha com o “my friends”, fotografias bonitas, vista óptimas. De volta um jantar nutritivo, desta vez condimentado com a presença da rainha dos cogumelos e sua fiel companheira, provenientes da terra do Tio Sam. Boa noite regida sob a vigilância do Deus Baco e acordar no dia seguinte para um agradavel e ultimo passeio em Florença. Finalizado com a melhor refeição exprimentada até ao momento nesta maravilhosa aventura sobre ferracarris.